No Planeta Terra, o homem foi criado para viver num “Paraíso”, ou seja, num ambiente que lhe oferecesse as melhores condições de vida. Mas, o que a história humana nos mostra é um “Paraíso perdido”.
Nosso objetivo é ação da mídia no contexto da defesa do meio ambiente, ou seja, como os meios de comunicação têm sido empregados a serviço dos bens naturais.
A mídia emprega uma linguagem adequada ao nível de compreensão das massas. Nos tempos atuais a comunicação passou a fornecer subsídios para que a humanidade se coloque diante de si mesma numa perspectiva de avaliação de seu passado, da trajetória de seu desenvolvimento e da projeção de seu futuro. Dessa forma, o monitoramento Global proporciona aos cientistas o acesso a dados fundamentais para a pesquisa ambiental em suas várias manifestações disciplinares, da mesma forma que os acontecimentos sócio- políticos, artísticos, esportivos e meteorológicos.
Observamos que jamais a humanidade assistiu a tão radical evolução como a que se processa nos últimos anos com o estabelecimento formal do sistema dos meios de comunicação de massa. Pois os meios imprimem velocidade, ubiqüidade e penetrabilidade á mensagem, tornando-a poderosa em escalas e n íveis jamais vistos.
Partindo desse contexto é possível afirmar que o domínio da informação está diretamente ligado ao poder de interfeir e reorientar as relações humanas e da sociedade com a natureza. Um aumento significativo de publicações, documentários, campanhas de publicidade institucionais sobre o meio ambiente é o que temos observado nas últimas décadas. Contudo, é por meio dos jornais e da televisão que as questões ambientais têm chegado ao conhecimento, pela primeira vez, de segmentos da sociedade que nunca tinham tido acesso ao tema. Isso porque até então, essas informações circulavam basicamente em espaços restritos, na comunidade científica, em seminários e palestras, em publicações especializadas como revistas e livros.
A mídia é responsável pela ampla difusão de informações sobre a problemática ambiental. Torna-se um elemento essencial para a consecução de caminhos que levam a solução dos conflitos de interesses políticos e econômicos, tornando se um fator limitante para o alcance de uma visão globalizante do meio ambiente.
É importante destacar que a Conferência de Estocolmo facilitou a criação de vários organismos internacionais para denunciar o agravamento dos problemas ambientais advindos da aceleração de processos predatórios e poluentes, promovidos em escala mundial, indicando a pouca repercussão prática das intenções e princípios firmados em documentos internacionais realizados naquela conferência.
Importante salientar que a Conferência destacou-se como uma oportunidade especial de estudar a informação ambiental veiculada pela mídia, uma vez que recebeu um grande destaque dos profissionais dos meios de comunicação, proporcionando um amplo material para a análise da mensagem ambiental.
Para realizar um estudo adequado sobre o papel da mídia na construção do conhecimento e sua interface com a educação ambiental faz-se necessário examinar a diversidade de matérias veiculadas, procurando-se evidenciar a forma como esses conteúdos foram absorvidos pela população. Verificando-se atualmente que no âmbito das políticas públicas existe a preocupação quanto aos aspectos da conscientização da população no que se refere a preservação conservação do meio ambiente.
Nesse sentido, a mídia expressa através de veículos massivos (televisão, rádio, jornal,revista e internet) pode ser considerada uma aliada poderosa junto à educação ambiental, pois tem importante papel a cumprir na sociedade.
Referências Bibliográficas:
Fernandes, Francisco Assis Martins. O papel da mídia na defesa do meio ambiente. Universidade de Taubaté. 2001. www.unitau.br/prppg/publica/humanas/download/opapelmidia-N2-2001.pdf
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